Em ritmo de Olímpiadas, sabe por quê poucos mexicanos bons participam das Olimpíadas?

Porque todos os que sabem nadar, correr e pular já estão nos Estados Unidos.

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Numa praia, um velhinho chega para uma loiraça de tanguinha e pede descaradamente:
— Posso pegar nos seus seios?
— Sai pra lá, velho pervertido! — responde a moça.
— Quero pegar nos seus seios. Eu pago 50 reais!
— 50 reais? — indignada, a moça completa — Você acha que eu sou o quê?
— Me deixe apalpar seus seios e eu lhe dou 100 reais!
— Sai pra lá, velho! — desconversa a moça.
— E se eu der 500 reais? — propõe o velhinho.
A moça pensa um momento e responde:
— Não. Eu disse não!
— Eu lhe dou mil reais!
A moça pensa consigo: “Ele é velho, parece inofensivo… Vou aceitar esses mil reais!”, e responde:
— Tudo bem… Mas só por 30 segundos.
O velhinho se aproxima, pega os fartos seios com as duas mãos em concha e, apalpando-os exclama:
— Oh, meu Deus… Oh, meu Deus… Oh, meu Deus…
A moça, intrigada, pergunta:
— Por que é que você não pára de dizer “Oh, meu Deus”?
E o velhinho, sempre amassando os seios, responde:
— Oh, meu Deus… Onde é que eu vou arrumar mil reais?

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Perguntaram ao caipira:
— Diz aí um verbo!
Ele pensou, pensou e respondeu indeciso:
— Bicicreta.
— Não é bicicreta, seu caipira burro, é bicicleta. E bicicleta não é verbo!
Perguntaram a outro caipira:
— Diz você aí um verbo!
Ele também pensou, pensou e arriscou, ressabiado:
— Prástico.
— Não é prástico, caipira burro, é plástico. E plástico não é verbo!
Perguntaram a um terceiro caipira:
— Diz aí um verbo!
Esse aí nem pensou:
— Hospedar.
— Muito bem! Até que enfim um caipira inteligente. Agora diga aí uma frase com o verbo que você escolheu.
O caipira encheu o peito de coragem e mandou bala:

— Hospedar da bicicreta é de prástico!

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O garoto tinha acabado de completar 16 anos, e então seu pai o chamou para uma conversa:

— Filhão, você já tem 16 anos, e tá virando um homem, né?

— É verdade, pai. Já tenho até pêlos no… Ah! Deixa pra lá!

— Bom, isso não importa! Eu decidi te dar 200 reais pra você ir lá na zona perder a virgindade. O que você acha?

— Que legal, pai! Não vejo a hora de comer alguém!

Então o pai dá o dinheiro, sai pra trabalhar e o filho vai pra zona. No caminho, o garoto passa em frente à casa da avó, que pergunta:

— Meu netinho querido, onde você está indo?

— Você nem acredita, vó! O papai me deu 200 paus pra eu perder a virgindade lá naquele puteiro da esquina!

— 200 reais? — pergunta a avó. — Ele é maluco?

— Ah, sei lá!

— Vem cá, meu neto… Você me dá 50 reais, fica com os outros 150, que eu aceito tirar a sua virgindade!

— Pô, beleza!

O garoto transa com a avó, e à noite, quando o pai chega do serviço, pergunta:

— E aí, filhão? Virou homem?

— Virei, pai! E além de homem, virei um homem de negócios também!

— Por quê?

— Economizei 150 reais!

— Tudo isso? Você não perdeu a virgindade na zona?

— Mais ou menos, né, pai!

— Como assim? Mais ou menos?

— Perdi, mas não foi na zona…

— Foi onde?

— Sabe o que é, eu estava passando na frente da casa da vovó daí ela disse que tirava a minha virgindade por 50 reais… Daí eu aceitei.

— O quê? Você comeu a minha mãe?

— Ué, qual o problema? Você come a minha todo dia e eu nunca reclamo!

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Aquele garanhão, depois de aprontar poucas e boas, resolve se casar, mas tinha que ser com uma virgem.
Numa cidade do interior, conhece uma moça muito religiosa, ingênua e recatada, apaixona-se e logo os dois vão para o altar.
Na noite de núpcias, ele toma aquele banho, barbeia-se esmeradamente, perfuma-se, veste o roupão para não chocar a moça e com um sorriso de colecionador de cabaços, abre a porta do banheiro.
Dá de cara com a moça deitada na cama, nua, de pernas abertas.
Surpreso, ele comenta:
— Mas querida! Eu imaginava te encontrar ajoelhada ao pé da cama e…
E ela, interrompendo:
— Se você quiser assim, tudo bem! Mas já vou avisando… Esta posição é uma merda!
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No elevador, ao lado de um casal distinto, um rapaz solta
um peido barulhento. O marido, irritado, protesta:
— Mas que falta de respeito! O senhor não tem maneiras?
— É a natureza, meu velho! — responde o rapaz em tom malcriado.
— É a natureza! Essa é boa! Não me diga que não
consegue segurar um peido!
— Por quê? Vai me dizer que o senhor consegue?
— Claro!
O rapaz solta outro ainda mais barulhento.
— Então, segura este!

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O Pentágono descobre que está com muitos generais e bola um programa de aposentadoria voluntária. Como incentivo, decidiram dar 10.000 dólares por polegada medida numa linha entre dois pontos quaisquer do corpo do oficial.
O primeiro general que aceitou pediu para que medissem do alto da cabeça até a ponta dos pés. Ele recebeu um cheque de 720.000 dólares.
O segundo general esticou os braços e pediu para medir a distância entre as pontas dos dedos dos dois braços. Recebeu um cheque de 960.000 dólares.
O terceiro general, já alertado, disse que queria que medissem da ponta do pênis dele até as bolas do saco. Depois de muita risada, o examinador pediu para o general baixar as calças para ele poder medir.
— Meu Deus! — exclama o examinador — Onde estão suas bolas?
O general responde:
— No Vietnã!